Construía seu calabouço, um dia vendava os próprios olhos, em outros ficava amordaçada para não discutir... Deixava de agir impondo-se o martírio das mãos atadas e por fim aos poucos, satisfeita por não incomodar ia definhando em existência nula, sem resistência ou opinião própria, deixando de existir.
By Casti

belas palavras e imagem
ResponderExcluirAlex, um vizinho que não pode deixar de faltar nas teias! Obrigada pelo carinho.
ResponderExcluirBjão,
Boa Semana!
Casti